NEG no Brasil

Ao longo dos anos, alguns dos fundadores foram para outras instituições. Maria Cristina Figueiredo Silva foi para a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Ruth Elizabeth Vasconcelos Lopes para a Universidade de Campinas (Unicamp). Assim o N.E.G. ganhou um caráter trans-institucional, se caracterizando pelo interesse nas línguas naturais de um ponto de vista formal. No momento, o núcleo é coordenado pelos professores Carlos Mioto, Roberta Pires de Oliveira, Sandra Quarezemin e Renato Miguel Basso e conta com a participação de vários professores tanto da UFSC – como as professoras Cristiane Volcão e Izabel Seara – quanto de outras universidades – como os professores Maria José Foltran, da UFPR, Ana Müller, da Universidade de São Paulo (USP) e Sérgio Menuzzi, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), para citar alguns.

A importância nacional do trabalho desenvolvido no NEG pode ser medida pelas inúmeras publicações, em especial principalmente por dois manuais de introdução, ambos já reeditados e utilizados em diversos cursos – da graduação à pós-graduação – em outras universidades. São manuais para formação de pesquisadores em linguística formal, uma abordagem da linguagem que se caracteriza por ser científica: Novo Manual de Sintaxe de Carlos Mioto, Maria Cristina Figueiredo Silva e Ruth Elizabeth Vasconcellos Lopes e Semântica: uma introdução, de Roberta Pires de Oliveira. Manuais didáticos têm pelo menos dois papéis importantes na construção de um programa de pesquisa: permitem assentar suas bases no ensino de graduação e de pós-graduação e dão visibilidade externa para a pesquisa desenvolvida pelo núcleo, difundindo no nome da instituição.

Introdução

NEG no mundo